quarta-feira, 11 de outubro de 2017

POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

 (Fotos Glenn Dunbar/Williams F1 Media)


Uma hipotética saída de Felipe Massa da Williams significa jogar por terra o programa de desenvolvimento iniciado em 2017.

Por: Américo Teixeira Junior

Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.

 O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.

 A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.

 Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.

 É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.

 Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.

Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

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Lewis Hamilton não precisava de um grande resultado para conquistar o quarto título mundial de Fórmula 1 de sua carreira. Porém, o inglês, que precisava apenas de um quinto lugar para definir o título, viu o Grande Prêmio do México, disputado neste domingo (29) virar um drama após ter um pneu furado e cair para a última posição. Sebastian Vettel, porém, não conseguiu brigar pela vitória, e o piloto da Mercedes conquistou o título com o nono lugar.


Fonte de pesquisa e reprodução: Racingonline


POLÊMICA DA SEMANA - COM CRESCENTE DE RED BULL E MCLAREN, FERRARI CAMINHA PARA "CRISE"

A Ferrari está “caminhando para uma crise” que tradicionalmente é “difícil de sair”.


Essa é a visão do ex-engenheiro da Ferrari, Toni Cuquerella, ao avaliar o recente fracasso de Sebastian Vettel em desafiar o título de 2017.


“A Ferrari foi muito mais competitiva do que nos anos anteriores”, escreveu o ‘El Paris’. “A Ferrari teve um carro melhor do que Mercedes em cinco dos 18 Grandes Prêmios”, acrescentou Cuquerella.


“Foi um bom ano e eles deveriam estar felizes. Mas, como sempre, na Ferrari, duas corridas com resultados ruins significam o início de uma crise.


“E a Mercedes soube se aproveitar muito bem disso”, disse ele.


Cuquerella acredita que o desafio da Ferrari agora é “escapar da crise” por trás disso e sair com um pacote forte desde o começo de 2018.


No entanto, “a Ferrari luta para sair de suas crises”, disse o espanhol. “Enquanto isso, outros como Red Bull e McLaren podem chegar a esse nível no próximo ano.


“Este ano, a equipe mais rápida e o piloto mais rápido ganharam, mas a tendência indica que esse domínio não necessariamente continuará.


“O próximo título pode ser conquistado por uma equipe que não obrigatoriamente tenha o melhor carro”, finalizou.


Fonte de pesquisa e reprodução: f1mania.com.br

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

GP COMPLETO

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GP MALÁSIA 2004

O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

CINEMA NO BLOG

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EM CARTAZ

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ECURRALADO

CARINHA DO BLOG (TRISTE)

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

DEDICATÓRIAS

DEDICATÓRIAS
Poster autografado (por Nelson Piquet) para o blogueiro Claudio Heliano

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Poster autografado (por Nigel Mansell) par ao blogueiro Claudio Heliano

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Autografada por Luiz Razia