terça-feira, 28 de junho de 2016

POLÊMICA DA SEMANA - KURT BUSCH: F1 PRECISA DE LAS VEGAS PARA SE FIRMAR NOS ESTADOS UNIDOS





Por: Jonathan Noble, Formula 1 Editor


Para campeão da NASCAR em 2004, categoria terá mais chances de se estabelecer em definitivo nos Estados Unidos se tiver etapa em uma cidade grande como Las Vegas

Bernie Ecclestone quer mais uma corrida nos Estados Unidos. Negociações estão em andamento para a realização de uma prova em Las Vegas, que se juntaria a Austin como as etapas norte-americanas da Fórmula 1.


Para Kurt Busch, piloto da Stewart-Haas - que nasceu e vive em Las Vegas - a cidade é a localidade ideal para mais uma corrida de F1 nos Estados Unidos. "Austin foi o sonho americano: você constrói e eles vêm. Funcionou, mas é difícil obter retorno e fazer as pessoas retornarem todos os anos", disse ao Motorsport.com.

 “O caminho para conseguir um bom retorno é a indústria do turismo, que é o que faz Vegas ser famosa - você tem turistas chegando o tempo todo - um grupo que vem em um ano pode ser totalmente diferente do grupo que aparece no segundo ano", afirmou.

 “Vi isso no Las Vegas Motor Speedway. 60% das vendas de ingressos foram para pessoas de fora de Nevada e da Califórnia, então fica evidente que há o elemento do turismo e isso é o que torna a corrida popular", observou.

 "Um acordo para a realização de uma prova em Las Vegas deveria ser de, no mínimo, cinco anos. A medida em que você tem a primeira edição, a tendência é de crescimento a cada ano.

 Divisão da Indy no passado impactou na F1

Busch acredita que a popularidade da F1 nos Estados Unidos ainda sofre as consequências negativas em relação aos monopostos que a divisão Indy/Cart, em 1996, gerou - o que elevou a posição da NASCAR no país.

 “Creio que não há muita sinergia ali. Entretanto, a NASCAR também fez as coisas certas para se promover. Temos 38 finais de semana de corridas todo ano, temos cerca de 80-100 mil pessoas nos circuitos em todas as provas, os carros estão na pista e os pilotos são acessíveis - é um sistema diferente.

 “Na NASCAR, os fãs querem tudo à disposição o tempo todo. Eles não querem lidar com política ou ter dificuldade para ver de perto o piloto favorito. Eles querem se certificar de que conseguirão um autógrafo, não apenas olhar de longe", completou.

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Fonte de pesquisa e reprodução: motorsport.com


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Horner, chefe da Red Bull, disse ao Motorsport.com nesta semana que a contratação de Mekies desrespeitou o acordo de cavalheiros feito entre os times sobre a contratação de funcionários da FIA, o que ganhou destaque com o episódio envolvendo Marcin Budkowski e a Renault.


Horner fez coro às queixas de Eric Boullier, da McLaren, que insistiu que as equipes respeitariam um período de 12 meses para qualquer antigo funcionário da FIA ou da administração da F1 que se juntasse a uma equipe.



Mekies, que ainda é empregado da FIA mas se afastou das atividades da F1, iniciará seu trabalho na Ferrari apenas seis meses após a mudança se tornar pública.


Arrivabene segue certo de que a Ferrari não desrespeitou nenhum acordo, e indicou que os demais chefes de equipe da F1 não deveriam ir a público e dizer o que se passa nas reuniões do Grupo Estratégico.


“Antes de tudo, não houve nada de errado. Estamos respeitando de forma absoluta às leis locais da Suíça, que foi onde Laurent foi contratado”, disse Arrivabene. “E, depois disso, fomos ainda além ao estabelecer um período de seis meses [as leis determinam três meses].”


Fonte de pesquisa e reprodução: motorsport.com


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