quarta-feira, 14 de outubro de 2015

POLÊMICA DA SEMANA - CHEFE DO MUNDIAL DE ENDURANCE VÊ "ATAQUE" DA F1 EM CONFLITO DE DATAS COM 24 HORAS DE LE MANS EM 2016

(Foto: Facebook/Reprodução)


Em entrevista à revista italiana ‘Autosprint’, Gérard Neveu detonou o calendário proposto pela FIA, no qual determina que o GP da Europa, em Baku, no Azerbaijão, seja disputado exatamente no mesmo dia, 19 de junho, das 24 Horas de Le Mans. O dirigente vê claro ataque ao WEC e acusou Bernie Ecclestone de querer esvaziar a lendária corrida de longa duração




Um dos pontos que mais chamou a atenção sobre o calendário da F1 para a temporada 2016 foi a programação do GP da Europa, nas ruas de Baku, no Azerbaijão, no mesmo dia das 24 Horas de Le Mans, 19 de junho. A medida foi duramente criticada por Gérard Neveu, chefão do Mundial de Endurance, competição da qual a prova em Le Mans é a corrida principal. O dirigente enxergou na atitude da F1 um “ataque claro”, disparou contra Bernie Ecclestone e a própria FIA.

 A questão é que o GP de Baku será disputado, de acordo com o atual calendário, apenas uma semana depois da etapa do Canadá, numa sequência chamada de ‘back-to-back’ pelos britânicos, mas muito difícil do ponto de vista logístico.


Coincidência ou não, o conflito de datas vem na esteira de uma vitória consagradora de Nico Hülkenberg em Le Mans. O piloto da Force India foi convidado pela Porsche para disputar a corrida em Sarthe e participou, antes, das 6 Horas de Spa-Francorchamps como preparação para a mais importante prova de resistência do planeta.

 Obviamente, o triunfo de Hülkenberg chamou a atenção de outros pilotos da F1. Fernando Alonso nunca escondeu seu interesse em correr em Le Mans, tanto que chegou a receber convite para correr também pela Porsche, mas acabou sendo vetado pela Honda.

 Na visão de Neveu, a atitude da F1 em marcar o GP da Europa para o mesmo dia das 24 Horas de Le Mans é uma tentativa clara de Bernie Ecclestone para evitar que outros pilotos da categoria disputem a lendária prova de resistência.

 “Este é um ataque claro a nós e a esta corrida”, bradou Neveu em entrevista à revista italiana ‘Autosprint’. “Ecclestone nunca faz nada inocentemente”, disparou o dirigente, que criticou até mesmo a postura da entidade que regula tanto a F1 como o Mundial de Endurance. “A FIA deveria ter nos protegido melhor”, declarou.

 Ocorre que havia um acordo de cavalheiros entre o Automóvel Clube do Oeste, organizador das 24 Horas de Le Mans e promotor do WEC e a própria FIA para evitar conflito de datas entre a F1 e Le Mans, algo que não será obedecido em 2016.

 “É uma pena porque, fazendo isso, você tira qualquer possibilidade de ter estrelas da F1 entrando, o que a tornaria ainda mais a corrida mais importante do mundo. Poderíamos ter Hülkenberg e também outros pilotos da F1. Os fãs do automobilismo estão sendo prejudicados”, disse Neveu, endossado por Pierre Fillon, presidente do Automóvel Clube do Oeste.

 “Não estou preocupado por Le Mans, mas estou decepcionado pelos fãs. Porque acho que eles gostariam de ver pilotos de F1, como eles estavam acostumados a vir no passado”, declarou o dirigente. Em Sóchi, Hülkenberg falou sobre o conflito de datas, lamentou não poder defender sua vitória em Le Mans por estar “comprometido com a F1”. Por outro lado, o alemão ainda espera por uma mudança no calendário para voltar a acelerar pela Porsche em Le Mans.

Fonte: grandepremio.uol.com.br

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POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

Uma hipotética saída de Felipe Massa da Williams significa jogar por terra o programa de desenvolvimento iniciado em 2017.


Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

GP COMPLETO

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GP MALÁSIA 2004

O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

CINEMA NO BLOG

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EM CARTAZ

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ECURRALADO

CARINHA DO BLOG (TRISTE)

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

DEDICATÓRIAS

DEDICATÓRIAS
Poster autografado (por Nelson Piquet) para o blogueiro Claudio Heliano

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Poster autografado (por Nigel Mansell) par ao blogueiro Claudio Heliano

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Autografada por Luiz Razia