quarta-feira, 5 de agosto de 2015

IMAGEM DA SEMANA - FAZEM 30 ANOS QUE UMA EQUIPE DISPUTOU UMA PROVA COM TRÊS CARROS NA F1

Revista lembra a última corrida em que uma equipe disputou a prova com três carros no grid

Segundo a imprensa italiana, a saudosa Brabham Racing fez este feito durante o GP da Alemanha de 1985. 

 Nesta terça-feira (4), a revista italiana ‘Omnicorse’ relembrou um dos momentos ícones da história da Fórmula 1. Há 30 anos, a Brabham Racing fazia a sua última corrida com três carros dentro do grid. O evento aconteceu no GP da Alemanha de 1985, onde Nelson Piquet, François Hesnault e Marc Surer eram os pilotos titulares da eterna equipe britânica.

  Sobre a corrida, a prova foi disputada no circuito de Nurburgring e teve como vencedor Michele Alboreto da Ferrari. O italiano ainda contou com a presença de Alain Prost da McLaren e Jacques Laffite da Ligier no pódio. Ambos conquistaram a segunda e terceira posições, respectivamente. Ayrton Senna também participou desta corrida pela Lotus. O brasileiro abandonou a etapa na quinta volta após sofrer com problemas na caixa de marchas da sua Lotus.

 Já a Brabham Racing não teve sorte. Os pilotos da escuderia britânica abandonaram a prova em Nurburgring devido a problemas técnicos nos seus BT54. De acordo com a revista, naquela época, o feito de uma equipe correr uma corrida de F1 com três carros na pista só foi possível por conta das negociações da montadora Renault, que estava disposta a comprar a equipe britânica para permanecer na F1.



 Assim como nos dias atuais, a publicação lembrou que a Renault também estava passando por uma crise de confiabilidade no desenvolvimento do seu motor naquele campeonato. Por um lado, a Ligier, Tyrrell Racing, Lotus e a Brabham ameaçavam não renovar o contrato com a empresa de Viry, devido as constantes quebras do propulsor V6 Turbo francês.

 A Brabham estava passando por problemas financeiros. E isso foi um grande atrativo para a Renault, que tinha a sua equipe titular – a Renault Elf -, mas precisava da esquadra britânica para melhorar sua estrutura na Fórmula 1. Com as negociações, Hesnault – patrocinado pela montadora francesa – entrou no time inglês que já tinha Piquet e Surer como seus condutores titulares. 

 A revista citou que a Brabham não tinha dinheiro para quebrar o contrato com Piquet ou com Surer. Então a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) optou por colocar os três pilotos como titulares provisoriamente na temporada de 1985.

 O que é curioso, segundo a revista, é a comparação desta data com os dias atuais. Recentemente, Bernie Ecclestone especulou a possibilidade das equipes adicionarem o terceiro carro na temporada de 2017. A ideia foi rejeitada pelas grandes escuderias nas reuniões executadas no Grupo de Estratégia.

 Outro fato similar é sobre o comportamento da Renault. Assim como no campeonato de 1985, nos dias atuais, a montadora francesa está enfrentando uma grande crise de confiabilidade no seu motor V6 Turbo. Além disso, as especulações sobre uma possível compra da Lotus é comparada pela revista, como nas negociações com a Brabham Racing. Segundo a publicação, a montadora francesa está usando a mesma tática em que utilizou na década de 80′ para sobreviver na F1, que é comprar uma esquadra para não depender dos seus clientes de motores.

Fonte: F1 Team

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HALO NÃO! RIO (gente doida) – Aí que fico algumas horas longe do computador e a FIA decide que será o Halo a proteção de cockpit a ser adotada na F-1 no ano que vem. O Shield, testado por Vettel no fim de semana de Silverstone, foi reprovado em menos de uma volta — o piloto ficou tonto e enjoado.


Como a FIA quer alguma coisa em 2018, resolveu partir para algo que foi bem testado no ano passado.


Acho uma aberração estética. Acho que não impediria a mola de atingir a testa de Massa. Acho que que não salvaria Bianchi. Acho que não serve para muita coisa, exceto para o caso de um pneu voar sobre a cabeça de um piloto. Algo que, convenhamos, não tem acontecido com frequência.


Fonte de pesquisa e reprodução: Blog do Flavio Gomes


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A 6ª edição do nosso quadro "GP Completo", traz o charmoso e clássico GP Itália, pista "velha" e que traz fortes emoções em qualquer ano que seja disputado. O ano é 1992, as Williams-Renault eram os carros a serem perseguidos pelos adversários, a dupla de pilotos era formada por Nigell Mansell e Ricardo Patrese, que corria em casa.

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

DEDICATÓRIAS

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