segunda-feira, 11 de agosto de 2014

PETROBALL RACING



Participando desde a primeira etapa (27/4) do Campeonato da F4 Inglesa (BRDC), a equipe brasileira (única no grid), a Petroball Racing , ousa em um projeto inovador. A Petroball racing tem atuações no Brasil em provas off road, como o Rally dos Sertões, e de torneios de kart. Com essa experiência, a equipe brasileira, ousa em um novo projeto: ser uma porta de entrada para pilotos brasileiros no automobilismo europeu. E para isso foi montada uma super estrutura tanto dentro das pistas como fora.



Sabemos que a Europa é o maior e mais forte mercado no mundo das competições  e desta forma é uma grande formadora de pilotos e muitos deles com ótimas atuações nas competições internacionais em todo o mundo. E o Brasil busca também gerar pilotos fortes para poder competir nesse mercado tão voraz. A Petroball Racing conta com uma infra estrutura  completa, como nunca antes foi feito, para que cada piloto tenha a oportunidade de treinar, pensar e praticar automobilismo na sua totalidade. Sendo orientado, alimentado, educado física e mentalmente e ainda permanentemente acompanhado por profissionais.

F4 Inglesa


Para quem pretende seguir carreira no automobilismo internacional, é muito importante começar cedo e pensando nisso em dar apoio ao jovem que deixa o Brasil e poder tranquilizar a família deste piloto é que foi criado a: "Casa Brasil".

CASA BRASIL

Casa esta  com 5 quartos, bem equipada, moderna e confortável (montada na cidade de Milton Keynes, Inglaterra), onde num ambiente aconchegante fará o jovem se sentir a vontade, contado com profissionais para orientação educacional como empresarial, ajudando na formação do piloto e do cidadão.

Casa projeto


“Teremos como dar aos pilotos brasileiros um ambiente mais familiar quando deixarem o Brasil tão jovens, permitindo que eles se acostumem melhor e mais rápido ao novo ambiente”, diz José Roberto "Zeca" Sabathe, proprietário da Petroball. “os pilotos terão todo o acompanhamento nutricional, físico, psicológico e até acesso a estudo à distância, para garantir que se formem da maneira certa como pilotos e cidadãos”, conclui Zeca.

CALENDÁRIO




A próxima etapa será em Silverstone, contado como as etapas 13/14/15, nos dias 16 e 17 de agosto. Segue abaixo as próximas provas:

Etapa 16/17/18 - Brands Hatch - 30e 31 de agosto
Etapa 19/20/21 - Donington Park - 20 e 21 de setembro
Etapa 22/23/24 - Snertteton 300 - 25/26 de outubro

PILOTOS BRASILEIROS


Em 2013, a F4 Inglesa contou com a participação dos pilotos brasileiros Pietro Fittipaldi e Gustavo Lima. Em 2014 é a vez de Gaetano Di Mauro, 17 anos,  (01/07/97), campeão brasileiro 2013 de kart Shifter, da Sprint Cup (em conjunto com Guilherme Salas) e Gustavo Lima, 18 anos (05/08/96), da equipe Hillspeed.

Gaetano Di Mauro (E) e Gustavo Lima (D)


Atualmente os dois pilotos brasileiros ocupam as seguintes colocações no campeonato:


  • Gustavo Lima - 9° (158 pontos).
  • Gaetano Di Mauro - 10° (119 pontos) 

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POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

Uma hipotética saída de Felipe Massa da Williams significa jogar por terra o programa de desenvolvimento iniciado em 2017.


Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

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GP MALÁSIA 2004

O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

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Autografada por Luiz Razia