domingo, 14 de junho de 2009

ENTREVISTA COM RUBENS BARRICHELLO

Gente do céu, olhem só que eu encontrei perdido em meus arquivos, uma entrevista com Rubens Barrichello em 2000 quando pilotava para a Ferrari. Entrevista esta cedida a Revista Speedway após completar seis meses (metade da temporada) como piloto e companheiro de Michael Schumacher. Vale a pena conferir.


Speedway - Qual é o balanço que você faz dessa primeira metade de ano pela Ferrari?


Barrichello - Meu balanço é positivo. Se não fossem os problemas de Silverstone e de Interlagos, teria 16 pontos a mais no campeonato, no mínimo. Então, estou realmente tranquilo. Para um primeiro ano está bom. Estou ansioso para o resto da temporada.


Speedway - Quais são os maiores diferenciais em trabalhar para uma equipe grande?


Barrichello - Eu estou passando meus primeiros momentos em uma equipe grande, vivendo mudanças que nunca aconteceram em minha vida. Então, apesar de meus sete anos de Fórmula 1, estou aprendendo dentro desta equipe. Nas pistas onde normalmente ando bem, tenho que tentar ir melhor.


Speedway - Você pode dar um exemplo dessa diferença em trabalhar para uma equipe como a Ferrari?


Barrichello - Existem coisas em um time grande que você testa muito mais do que com um time pequeno. As pessoas podem pensar: "O Rubinho tem sete anos de experiência e ele deveria saber disso." Não. Tem coisa que um time pequeno não faz. Eu não posso detalhar essas coisas. Em Mônaco, por exemplo, a Ferrari mudou um detalhe para ajudar a saída de frente. Quando isso foi feito, ajudou o Michael e piorou para mim. Ele foi pole e eu larguei em sexto. Mas foi uma decisão boa, que tinha que ser feita, que tinha que ser tentada.


Speedway - O fato de o carro ter sido construído para o Michael Schumacher chegou a te prejudicar?


Barrichello - O carro realmente é feito nos moldes do Schumacher. Mas me adaptei muito bem e venho conseguindo um desempenho favorável. Eu consigo realmente trabalhar muito bem, meu estado de espírito e meu estado mental estão muito fortes. O objetivo é sempre melhorar para o futuro.


Speedway - Como você reage as críticas que vêm do Brasil, estas musiquinhas, piadinhas?


Barrichello - Eu acho que, de uma certa forma, o público inteiro está do meu lado. Eu vou para o Brasil e sou aplaudido, recebo palavras de carinho.Eu não vejo uma pessoas brincar maldosamente comigo. Não vejo mesmo. Sei que a audiência das corridas está subindo, que as pessoas estão acompanhando as provas pelas rádios... Então, desculpe falar, mas acho que as críticas partem muito mais da imprensa do que do próprio público. Os brasileiros sabem que estou numa equipe campeã, mas que o Schumacher é uma encrenca, porque é um cara que anda muito rápido. No Brasil, leio coisas que não saem em outros lugares do mundo. É muito mais a mídia tentando fazer críticas e brincadeiras do que algo propriamente do público que acompanha as corridas. Tem muita gente achando que o meu desempenho não está bom. Eu acho que não.


Speedway - O fato de você não ter vencido nessa primeira metade do campeonato do ano chega a te abalar de alguma forma?


Barrichello - Não. A minha vida tem sido muito assim : positivo em cima de positivo. Você tem que ser uma pessoa positiva, pra cima, e achar que amanhã pode ser sempre melhor.

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Campeão da Stock Car e duas vezes vice da F1 deixou o hospital depois de ter sofrido princípio de AVC no fim de janeiro


Rubens Barrichello deixou o hospital depois de ter sofrido um problema de saúde na última semana e se deparou com uma surpresa de seus filhos ao chegar em casa.


O piloto, duas vezes vice-campeão da F1 e dono do título de 2014 da Stock Car, foi internado no dia 27 de janeiro depois de sentir dores de cabeça em casa.


Fontes ouvidas pelo Motorsport.com Brasil contaram que Barrichello teve um princípio de AVC (Acidente Vascular Cerebral) e chegou a passar pela UTI (Unidade de Terapia Intensiva).



Rubinho recebeu alta na última quarta-feira (7) e teve uma mensagem de boas-vindas da família em casa.


“Bem-vindo de volta, papai. Esta mensagem estava na garagem. Chorei muito abraçado a eles, na certeza de que nosso medo só nos aproximou, só fortaleceu. Amo muito vocês”, escreveu o piloto, de 45 anos.


Seu pai, Rubão, também se manifestou no Instagram. “Graças a Deus e a todas as orações de vocês, queridos amigos, nosso campeão voltou para casa. Ainda tem uns dias de recuperação, mas está ótimo. Obrigado a todos. Te amo, filho”, postou.


Fonte de pesquisa e reprodução: motorsport.com


POLÊMICA DA SEMANA - PROVAS PIRATAS PREOCUPAM PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO PARANANENSE DE AUTOMOBILISMO

Presidente da FPrA publica resolução para esclarecer as necessidades legais para a realização de um evento


As provas piratas são motivos de preocupação para Rubens Gatti, presidente da Federação Paranaense de Automobilismo (FPrA). Provas piratas são competições realizadas sem autorização da entidade, portanto, sem normas técnicas. Tais regras têm a finalidade de garantir as normas desportivas, técnicas e de segurança ao público e a terceiros.


No ano passado, provas não oficiais trouxeram grandes transtornos à FPrA. Pilotos que participaram de competições piratas e que tiveram algum tipo de descontentamento fizeram reclamações direto à Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), gerando uma situação delicada entre as duas entidades, e obrigando a FPrA a fazer esclarecimentos à CBA.


Gatti explica que um alvará só é expedido pela FPrA quando o promotor do evento cumpre com todos os encargos exigidos. Ele deve ser solicitado 30 dias antes da data prevista para o evento. Os técnicos da entidade estabelecem as condições de segurança, sempre buscando preservar a integridade física de participantes, do público e de terceiros. Estas exigências vão desde o equipamento do participantes a normas de evacuação do local caso venha a ocorrer algum imprevisto.


“Em um evento automobilístico, há diversos itens que começam a ser analisados muito tempo antes da data prevista: condições da praça esportiva, capacidade de público, como as pessoas vão chegar ao local e retornar a seus lares... Em caso de um acidente, quais condições e como será feito o atendimento, quantos profissionais estarão à disposição, quais as condições dos equipamentos? Em caso atendimento médico mais aprimorado, como será feito este atendimento e de que forma a ambulância deixará o local? Para os participantes, as análises vão das normais desportivas (regulamentos) às condições do equipamento, se as condições da prova desportiva oferecem a segurança necessária”, acentua Gatti.


Fonte de pesquisa e reprodução: CBA

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 26 - ENTREVISTA COM FELIPE MASSA, NA "MURETA COM RUBITO"

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Valeu Pietro!

Atual campeão da World Series Pietro Fittipaldi,18 anos, neto do bicampeão F-1 e Campeão F-Indy, Emerson Fittipaldi, testou pela primeira vez nas ruas de Marrakesh, no Marrocos, com o carro da Formula E da equipe Panasonic Jaguar Racing. A etapa de Marrakesh contou como a terceira prova da temporada 2017/2018. Pietro ao final dos testes obteve a 2ª colocação.





"O treino foi muito bom, terminando em segundo lugar e podendo ajudar a equipe Panasonic Jaguar Racing a trabalhar no ajuste do carro ao longo do dia. O Nelsinho Piquet (titular do carro) é um grande amigo e me ajudou a melhorar a cada saída e fiquei bastante contente com o resultado, aproveitando bem esta ótima oportunidade. A equipe ficou feliz comigo e com o Paul (di Resta, que também esteve testando com o time) e tivemos um dia bem produtivo”, diz Fittipaldi, que deu 60 voltas no teste.