domingo, 30 de outubro de 2016

POLÊMICA DA SEMANA - PILOTOS CRITICAM HALO APÓS NOVA AVALIAÇÃO NO MÉXICO




Kevin Magnussen criticou o sistema de proteção do cockpit “Halo” depois de testá-lo durante os treinos livres no México. A estreia do sistema foi adiada pelo menos até 2018, mas a FIA impôs que todos os pilotos devem testá-lo e responder a um questionário em seguida.

 Mas o Halo não teve uma boa recepção na sexta-feira no México, com Kevin Magnussen, Felipe Nasr e Pascal Wehrlein tendo saído da pista durante suas voltas. “Eu não gostei”, admitiu Magnussen. “É como puxar uma tampa sobre seus olhos. A vista não é tão boa como eu esperava, e com mudanças de altitude vai ser um problema”.

 Perguntado se ele saiu do carro durante o tempo necessário no teste de extração, o piloto da Renault disse: “Sim, eu não sei dos resultados, mas não foi fácil”. Magnussen também salientou que não gostaria de ter que fazê-lo em uma situação real de incêndio.

 Massa, da Williams, foi menos crítico, declarando: “É um pouco mais difícil de ver na reta, mas nas curvas não é tão ruim. Para entrar e sair é um pouco difícil, mas eu acho que seria pior para os pilotos maiores. Eu não tive muito problema”. 

 Wehrlein (Manor) comentou à revista alemã Auto Motor und Sport: “O halo é perturbador. Mas você se acostuma a tudo. E se é bom para a segurança, então eu apoio”.

 Fonte de reprodução - www.autoracing.com.br

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Takuma Sato foi o primeiro piloto japonês a vencer a tradicional 500 Milhas de Indianápolis . E como todo vencedor desta importantíssima corrida, o piloto foi ao museu gravar seu rosto no Troféu Borg-Warner dos vencedores. Aproveitou e experimentou a famosa Marmon Wasp que Ray Harroun levou à vitória no primeiro Indianápolis 500 em 1911. Takuma Sato .foi o vencedor do 101º Indianápolis 500.

POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

Uma hipotética saída de Felipe Massa da Williams significa jogar por terra o programa de desenvolvimento iniciado em 2017.


Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

GP COMPLETO

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GP MALÁSIA 2004

O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

CINEMA NO BLOG

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EM CARTAZ

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ECURRALADO

CARINHA DO BLOG (TRISTE)

CARINHA DO BLOG (TRISTE)

O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

DEDICATÓRIAS

DEDICATÓRIAS
Poster autografado (por Nelson Piquet) para o blogueiro Claudio Heliano

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Poster autografado (por Nigel Mansell) par ao blogueiro Claudio Heliano

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Autografada por Luiz Razia