terça-feira, 17 de maio de 2016

F-1 1972 - EMERSON FITTIPALDI, CAMPEÃO F1 - HISTÓRIAS DO CIRCO DA F-1, EDIÇÃO Nº 6




"Histórias do Circo da F-1", traz em sua sexta edição uma importante passagem da categoria no esporte a motor que influenciou os dirigentes da F-1, a ter provas aqui no Brasil e de ser atualmente um dos mais tradicionais cenários da categoria atualmente, com a realização do GP Brasil.

O ano é 1972 (fui longe hem), GP da Itália (10/9/72), circuito de Monza, o piloto brasileiro Emerson Fittipaldi corria pela equipe Lotus (preto e dourado) lutava pelo seu primeiro título de Campeão. Emerson era favorito, tinha 52 pontos no campeonato, faltavam três provas para o fim da temporada. Jackie Stewart e Hulme, - ambos com 27 pontos tinham chances matemáticas.



Mas o que deveria ser um poço de tranquilidade para Emerson, acabou sendo um desafio de fé e controle emocional para não por tudo a perder. A carreta que transportava a Lotus do brasileiro sofrera uma acidente e foi peça de F-1 para tudo que é canto, sem contar que o carro titular do brasileiro não teve condições de disputar a corrida.

Colin Chapman, proprietário do time, havia deixado uma carreta com um carro reserva na fronteira com a França (Chapman tinha medo da justiça italiana confiscar seus carros, em função do processo que sofria pelo acidente que vitimou Rindt dois anos antes). 

Emerson e Chapman viviam seus dramas, o carro reserva não aceitava muito bem os ajustes para o final de semana da prova. E agora, o que fazer? Para piorar, o tanque de combustível estava vazando gasolina (isso que é sorte, viu). A troca levaria em torno de uma hora, porém o tempo era ouro, e os mecânicos teriam que fazer em trinta minutos, pois bem, eles fizeram em 20 (risos).

A nove voltas do encerramento (total de 55) Emerson liderava a provasó precisava levar o carro (todo remendado) ao final da prova, como dizia o Emerson, foram as nove voltas mais longas de sua carreira. Ao fim da prova, Chapman comemorava com o boné na mão, a torcida ia a loucura.



No Brasil, quem estava ouvindo a rádio Jovem Pan, podia sentir a emoção do narrador da prova: "Emerson Fittipaldi,Campeão Mundial de F1!" Agora adivinhem quem era o narrador? O pai do Emerson, o Barão Fittipaldi!

Emerson se tornava o mais jovem (25 anos) Campeão Mundial de F-1, que pertencia ao escocês Jim Clark. Emerson perderia esse título somente em 2005 para Fernando Alonso (24 anos).

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POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

Uma hipotética saída de Felipe Massa da Williams significa jogar por terra o programa de desenvolvimento iniciado em 2017.


Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

GP COMPLETO

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GP MALÁSIA 2004

O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

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