terça-feira, 12 de janeiro de 2016

POLÊMICA DA SEMANA - "EU NÃO ESTAVA PRONTO EM 2009", DIZ GROSJEAN




Romain Grosjean admitiu que não estivesse pronto para dar o salto para a F1, quando recebeu uma promoção no meio da temporada para correr pela Renault em 2009.

 Grosjean estava disputando com Nico Hulkenberg pelo título da GP2 quando a Renault demitiu Nelsinho Piquet antes do GP da Europa em Valência e o substituiu pelo francês.

 Grosjean, tenho por companheiro Fernando Alonso, teve dificuldades no recalcitrante R29 e não conseguiu marcar nenhum ponto, enquanto a Renault era atormentada pelo subsequente escândalo do ‘Cingapuragate’. 

 O francês foi dispensado no final do ano, mas reconstruiu sua reputação ao ganhar o título da GP2 em 2011, e voltou para a Lotus, onde largou em 83 corridas e conseguiu 10 pódios, garantindo uma mudança para a Haas em 2016.

 “A Renault substituiu Piquet, então eu tive sete corridas no final de 2009, e eles (me disseram que) iriam me colocar no carro para 2010″, explicou Grosjean.

 “Estava muito cedo para mim (a chance de correr na F1), já que eu tinha apenas 23 anos de idade. Eu sei que há jovens de 17 anos que estão prontos para a F1, mas aos 23 anos, eu não estava pronto”.

 “Meu empresário era Flavio Briatore e ele foi banido da F1 depois de Cingapura e eu era parte da mobília que eles queriam remover”.

Fonte: autoracing.com

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Takuma Sato foi o primeiro piloto japonês a vencer a tradicional 500 Milhas de Indianápolis . E como todo vencedor desta importantíssima corrida, o piloto foi ao museu gravar seu rosto no Troféu Borg-Warner dos vencedores. Aproveitou e experimentou a famosa Marmon Wasp que Ray Harroun levou à vitória no primeiro Indianápolis 500 em 1911. Takuma Sato .foi o vencedor do 101º Indianápolis 500.

POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

Uma hipotética saída de Felipe Massa da Williams significa jogar por terra o programa de desenvolvimento iniciado em 2017.


Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

GP COMPLETO

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GP MALÁSIA 2004

O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

CINEMA NO BLOG

CINEMA NO BLOG

EM CARTAZ

EM CARTAZ

ECURRALADO

CARINHA DO BLOG (TRISTE)

CARINHA DO BLOG (TRISTE)

O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

DEDICATÓRIAS

DEDICATÓRIAS
Poster autografado (por Nelson Piquet) para o blogueiro Claudio Heliano

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Poster autografado (por Nigel Mansell) par ao blogueiro Claudio Heliano

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Autografada por Luiz Razia