domingo, 31 de janeiro de 2016

APÓS BATER NA TRAVE EM 2015, AUGUSTO FARFUS DISPUTA AS 24 HORAS DE DAYTONA COM NOVA BMW M6 GTLM




Brasileiro integra equipe de fábrica da BMW na tradicional prova, e com mesma formação de 2015, Farfus está confiante em brigar pela vitória com novo modelo da montadora bávara

 Duas semanas após participar dos testes oficiais para as 24 Horas de Daytona, Augusto Farfus retorna aos Estados Unidos para a disputa da 54ª edição da tradicional prova de longa duração, válida pela primeira etapa do IMSA Weather Tech SportsCar Championship - campeonato norte-americano de endurance. Essa será a quinta participação do brasileiro, que disputa regularmente o DTM, na prova. Em 2015, Farfus ficou a menos de 1 segundo da vitória, e acredita que poderá brigar novamente pelo lugar mais alto do pódio neste ano.

 Augusto integra a equipe de fábrica da BMW na disputa, o Team Rahal Letterman Lanigan, e novamente divide a condução do carro # 25 com o norte-americano Bill Auberlen, o alemão Dirk Werner e o canadense Bruno Spengler. O quarteto será responsável pela estreia oficial da nova BMW M6 GTLM, modelo que substitui a BMW Z4 nas competições de Gran Turismo a partir desta temporada.

 A prova também marca a comemoração de 100 anos da montadora bávara, e, assim, os carros terão pinturas especiais. O outro carro da equipe, que usará o número 100 também como uma forma de homenagem, terá os norte-americanos John Edwards e Graham Rahal, o alemão Lucas Luhr e o canadense Kuno Wittmer ao volante. 



 Durante os treinos do ’The Roar Before Rolex 24’, Farfus e seus companheiros tiveram um desempenho muito bom com a nova BMW M6 GTLM, chegaram a liderar algumas sessões e apresentaram ritmo competitivo. Na expectativa por um bom resultado, o brasileiro destacou as características do circuito Daytona International Speedway, que tem 5,73 km de extensão e compreende trechos do famoso oval de Daytona e também do circuito misto, além de trechos com grande inclinação, que exigem bastante do carro, além de outros desafios comuns a uma prova de 24 horas. Na categoria GTLM, serão 11 carros na disputa, de um total de 54, somando as quatro classes participantes.

 As atividades de pista para a corrida tiveram início nesta quinta-feira (28), com três sessões de treinos livres e a classificação, dividida em categorias, além de mais um treino na sexta-feira. No sábado (30), as 24 Horas de Daytona tem início às 17h40 (horário de Brasília), e término, obviamente, no mesmo horário do domingo. O canal Fox Sports 2 transmite as primeiras e as últimas horas da corrida ao vivo, a partir das 17h no sábado e das 15h no domingo.

 Augusto Farfus:

"Começamos a temporada com grandes expectativas, estreando o carro novo em uma das provas mais tradicionais de 24 horas do mundo. Daytona é uma pista dura para os carros, por se percorrer longos trechos nos bankings, nas partes inclinadas, o que exige um esforço assimétrico do carro. Mas estamos confiantes, os treinos que fizemos em janeiro foram muito bons, com todo o trabalho de desenvolvimento e aperfeiçoamento do carro, e a BMW M6 está pronta. Já provamos em outras ocasiões que um carro estreante pode conquistar um bom resultado, e após bater na trave no ano passado, nosso objetivo é vencer a prova. Claro que em uma prova de 24 horas qualquer coisa pode acontecer, mas queremos causar uma bom impressão, e somos reais candidatos à vitória."

Fonte: Farfus - Imprensa

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POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

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Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

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Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

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