terça-feira, 20 de outubro de 2015

DTM - APESAR DE ETAPA DIFICIL, AUGUSTO FARFUS COMEMORA TÍTULO DE CONSTRUTORES PARA A BMW NO FINAL DO DTM





Brasileiro não teve vida fácil em Hockenheim, no encerramento da temporada, mas ajudou a montadora bávara a concretizar a importante conquista entre as fabricantes pela terceira vez nos últimos quatro anos
O DTM encerrou a temporada 2015 neste domingo (18) com a segunda corrida da rodada dupla em Hockenheim. Completando sua quarta temporada no principal campeonato de turismo do mundo, o curitibano Augusto Farfus teve um fim de semana complicado, mas ajudou a BMW a conquistar o título de construtores pela terceira vez em quatro anos desde que a montadora bávara retornou à categoria.

Farfus ressaltou o importante objetivo cumprido por ele e seus companheiros, mesmo num ano em que a BMW não possuía o melhor equipamento do grid. A montadora somou 602 pontos, contra 595 da Audi e 534 da Mercedes-Benz. O título de pilotos também foi definido apenas na última etapa, com Pascal Wehrlein, da Mercedes-Benz, sagrando-se campeão.



Para o brasileiro, o resultado da etapa final ficou aquém do esperado. Na corrida de sábado, ele estava no top-10, mas não conseguiu escapar de uma confusão no início da prova e teve de abandonar na quarta volta, pois o carro estava muito danificado. Neste domingo, para a corrida 2, Farfus largou em 10º, e também teve um contato com outro piloto no início, mas mesmo com o carro avariado, o piloto do Team RBM completou a corrida na 14ª posição. 

Na classificação geral do campeonato, Augusto Farfus ficou em 12º, com destaque para as duas pole-positions, dois pódios e outros dois top-5 que conquistou no ano. Apesar de encerrada a temporada, o piloto já está focado no intenso trabalho a ser desenvolvido nesse fim de ano com a montadora para seguirem aprimorando a evolução do modelo M4 DTM, que em 2016 fará sua terceira temporada na categoria. 

Augusto Farfus:

"Infelizmente tive um contato com o Nico Müeller na largada, que quebrou o splitter dianteiro do carro, e isso comprometeu completamente meu ritmo de corrida. O nosso trabalho era defender o título de construtores, o que a gente conseguiu, então saímos daqui como vitoriosos, pois mesmo não tendo o melhor carro do ano, conseguimos esse título que é muito importante para a montadora. Estamos todos de parabéns, e agora já começamos a preparar o carro de 2016. Temos um longo inverno (na Europa) pela frente, quando o trabalho segue intenso e grandes mudanças serão feitas."

Balanço da temporada:

"Durante esse ano, não conseguimos aproveitar ao máximo o potencial que tínhamos. Acredito que tínhamos muito mais velocidade do que foi possível mostrar na pista, o que é uma pena. Mas terminamos o ano com uma boa base para 2016, é assim poderemos começar num nível melhor, e buscar muito mais pontos. Logo devemos estar de volta ao carro nos preparando para a próxima temporada, e já estou ansioso por isso."

Fonte: Augusto Farfus - Imprensa

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POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

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Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

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GP MALÁSIA 2004

O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

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Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

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