sexta-feira, 11 de setembro de 2015

POLÊMICA DA SEMANA - F1 TINHA CARROS PARA HOMENS, E SENNA "ERA MELHOR QUE TODOS NÓS", DIZ BERGER.

Imagem retirada da internet


Companheiro do tricampeão na McLaren, ex-piloto austríaco afirma que Fórmula 1 atual é para "moças". Inglês relembra "boicote" do brasileiro na Lotus em 1986

Neste sábado, o Canal Brasil estreia o documentário "Ayrton - Retratos e Memórias", sobre o tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna, morto após acidente em 1994, no GP de San Marino, em Ímola. Em um dos depoimentos, o austríaco Gerhard Berger rende homenagens ao brasileiro, seu companheiro na McLaren entre 1990 e 1992. O ex-piloto afirma que, naquela época, os carros eram mais potentes e havia mais dificuldade. E Senna era o melhor.

 - As pessoas que conhecem o esporte hoje não conseguem entender o que era um motor de 1.200 cavalos. Com pneus de treino, sem áreas de escape, em curvas de alta, de lado, indo embora, o que ele fazia melhor que todos nós. Era um carro para homem. Agora são carros para moças. Em carros para homens, com toda aquela potência, rodas grandes, sem câmbio automático, sem apoio de computador. Eram da pesada - disse o austríaco.

  Berger lembra que, quando Senna ainda estava na Lotus, entre 1985 e 1987, conseguia ser o mais rápido nos treinos, mesmo com um carro inferior. Ayrton largou em primeiro lugar 16 vezes na equipe inglesa, somando as três temporadas.

Foto: (reprodução)


 - Se você disser "Ayrton Senna" para mim, o que vem à minha mente, além do amigo, é sua velocidade natural, suas voltas de classificação na Lotus, um dia depois do outro, uma semana depois da outra, sempre pole position. E não com um carro pole position. Ele é que levava o carro à pole position. Ele fazia o tempo todo, no último segundo do treino oficial, com grande força mental, num jeito inacreditável.

 Foi na Lotus, em 1985, que Ayrton Senna conseguiu sua primeira vitória na Fórmula 1, no GP de Portugal. No fim daquela temporada, acabou na quarta posição do Mundial. A equipe decidiu trocar o italiano Elio de Angelis pelo inglês Derek Warwick. Mas o brasileiro vetou a presença do britânico na equipe.

 - Foi uma momento difícil para mim. Assinei um contrato com a Lotus, para ter tratamento igual ao de Ayrton em 1986. Nós revezaríamos o carro reserva. Eu já tinha escolhido meus mecânicos, engenheiros, tudo. Então, recebi um telefonema em dezembro, para ir à fábrica. Achei que era para assinar contrato e receber meu primeiro pagamento. Mas senti que o clima estava diferente e me disseram que, infelizmente, não poderiam fechar comigo. Disseram que Ayrton não me queria como companheiro de equipe. Ele sabia que a equipe não tinha dinheiro, capacidade, mecânicos, engenheiros, para se concentrar em dois pilotos. Então aconteceu algo muito estranho. Recebi uma carta de Ayrton, me desejando tudo de bom para 86 - relembrou Warwick.


Fontesportv.globo.com

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POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

Uma hipotética saída de Felipe Massa da Williams significa jogar por terra o programa de desenvolvimento iniciado em 2017.


Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

GP COMPLETO

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GP MALÁSIA 2004

O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

CINEMA NO BLOG

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EM CARTAZ

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ECURRALADO

CARINHA DO BLOG (TRISTE)

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

DEDICATÓRIAS

DEDICATÓRIAS
Poster autografado (por Nelson Piquet) para o blogueiro Claudio Heliano

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Poster autografado (por Nigel Mansell) par ao blogueiro Claudio Heliano

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Autografada por Luiz Razia