sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

AUGUSTO FARFUS COMENTA NOVO FORMATO DO DTM E CONFIRMA PRESENÇA NAS 24 HORAS DE DAYTONA DE 2015





Confirmado pela BMW para mais uma temporada no DTM, Augusto Farfus acredita que o novo regulamento da categoria será um grande desafio para todos os pilotos. O calendário de 2015 para o piloto brasileiro terá início nos Estados Unidos, com a disputa das 24 Horas de Daytona, em janeiro.




Definitivamente, 2015 será um ano intenso para a carreira de Augusto Farfus. O curitibano de 31 anos teve recentemente seu nome confirmado pela BMW para disputar mais uma temporada do DTM, uma das categorias mais importantes do automobilismo mundial, sendo assim seu quarto ano no certame. Também na última semana, o piloto brasileiro teve a confirmação de que voltará aos Estados Unidos para disputar novamente as 24 Horas de Daytona. Desta vez, Augusto correrá a tradicional prova norte-americana de endurance pela equipe oficial da BMW, a Rahal Letterman Lanigan, chefiada pelo experiente Bobby Rahal, em 25 de janeiro.

 O fim da temporada 2014 do DTM não representou o término dos trabalhos de Farfus neste ano. O piloto, em conjunto com a BMW, retomou os trabalhos visando melhorar alguns pontos da M4 — carro que a montadora bávara estreou nesta temporada — para voltar mais forte em 2015. No início de dezembro, Augusto participou de testes coletivos em Jerez tendo como foco o desenvolvimento de seu carro para o próximo campeonato, que reservará muitas mudanças na categoria.

 Diferente das dez provas realizadas em 2014, o DTM adotará para o ano que vem o sistema de rodadas duplas, com 18 provas em nove finais de semana, com o início do campeonato marcado para Hockenheim, no início de maio, e finalizando também no tradicional circuito alemão, em outubro. O novo regulamento foi revelado por Hans Werner Aufrecht, dirigente máximo do DTM, que considera a medida um desejo antigo dos fãs da categoria, que volta a adotar o formato pela primeira vez desde 2002. 

 Único representante brasileiro do DTM, Farfus entende que a medida é muito atraente, não só para os fãs da categoria, mas também para as três montadoras que fazem parte do grid: Audi, BMW e Mercedes, e para os pilotos. Na visão de Augusto, será um ano desafiador para todos os competidores pela demanda física que o carro do DTM exige. Além disso, o paranaense entende que a regularidade será o ponto chave para ser bem-sucedido em meio a um calendário com 18 corridas. O sistema não será novidade para Farfus, que correu por muitos anos no WTCC, categoria que realiza suas etapas também em regime de rodada dupla. 

 Após as atividades de pista em dezembro na Europa, Augusto se prepara para voltar ao Brasil para as festas de fim de ano antes de voltar a acelerar em janeiro, nos testes visando as 24 Horas de Daytona.

 Augusto Farfus:

 Retorno às 24 Horas de Daytona:

 "Estou confirmado pela BMW para a temporada de 2015 do DTM. Será um ano que já vai começar com a agenda cheia porque vamos novamente disputar as 24 Horas de Daytona.

 É muito bom abrir o ano com uma corrida importante, e que exige bastante preparação, por ser de longa duração. No ano passado me diverti muito, e é uma honra voltar aos Estados Unidos e guiar o carro oficial da BMW para iniciar bem 2015."

 Novo formato do DTM para 2015: 

 "2015 será uma temporada intensa para todos nós no DTM. Este ano ficou abaixo das nossas expectativas, por isso estamos focados em fazer um melhor papel no próximo campeonato. Creio que o novo formato do DTM para o ano que vem será um grande desafio para todos os pilotos. A regularidade será o ponto chave para quem almeja ser bem-sucedido na temporada porque, em 18 corridas, o fundamental é você pontuar o máximo possível para estar em boas condições de luta pelo título. Será bem legal para nós e também para o público, que terá a oportunidade de acompanhar um fim de semana bem movimentado. A parte física será fundamental, já que vamos andar muito mais com o carro do que o habitual. O carro é muito exigente fisicamente, então nossa preparação terá de ser ainda melhor para apresentarmos um grande trabalho durante todo o fim de semana."

 Calendário da temporada 2015 do DTM:

 1) 1 a 3 de maio: Hockenheim (Alemanha)
 2) 29 a 31 de maio: Lausitzring (Alemanha)
 3) 26 a 28 de junho: Norisring (Alemanha)
 4) 10 a 12 de julho: Zandvoort (Holanda)
 5) 31 de julho a 2 de agosto: Red Bull Ring (Áustria)
 6) 28 a 30 de agosto: Moscou (Rússia)
 7) 11 a 13 de setembro: Oschersleben (Alemanha)
 8) 25 a 27 de setembro: Nürburgring (Alemanha)
 9) 16 a 18 de outubro: Hockenheim (Alemanha)

Fonte: Augusto Farfus - Imprensa

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Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

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Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

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