segunda-feira, 8 de setembro de 2014

KANAAN VENCE ÚLTIMA PROVA DA TEMPORADA DA F-INDY E WILL POWER FICA COM O TÍTULO DE CAMPEÃO

Kanaan cruza a linha de chegada na primeira colocação, no oval de Fontana.



Tony Kanaan (Chip Ganassi) vence última etapa (Fontana) da temporada da F-Indy e Will Power (Penske) conquista o título de Campeão ao cruzar a linha de chegada na nona colocação.

Tony Kanaan, que estreou este ano pela equipe Chip Ganassi, ainda não tinha vencido nenhuma etapa, apesar de ter chegado perto em algumas etapas. Kanaan, com certeza, tirou um fardo pesado das costas, conquistando um bom respaldo dentro do time da Ganassi e porque não, atraindo investidores para o carro do piloto brasileiro para as próximas temporadas.


"Foi um longo tempo de espera, Chip me deu a oportunidade, era uma temporada especial para a equipe, estou muito agradecido a todos os patrocinadores. Finalmente venci”, declarou. “Um grande trabalho do time, conseguimos a dobradinha, foram excelentes pit-stops. É uma sensação incrível ter voltado a vencer, a gente passou perto tantas vezes este ano. Nós mostramos o nosso potencial. Mostramos do que o time é capaz. Apesar de um começo ruim, terminamos o ano por cima, foram seis pódios para mim. Para o ano que vem, muda quase tudo, mas nós temos um time muito forte, com muita gente capacitada”, finalizou Kanaan.

Tony festeja,em Fontana, primeira vitória no time da Chip Ganassi

Will Power, provou o gostinho de ser Campeão na F-Indy, depois de perder a conquista do título durante três anos consecutivos (2010/2011/2012), o piloto australiano terminou a prova na nona colocação. Sua estreia na categoria aconteceu em 20008 pela equipe KV, mas, foi no ano seguinte, a pedido de Roger Penske (proprietário do time que leva seu nome), que Power pode mostrar suas habilidades, na oportunidade o australiano foi convocado para substituir Helinho( com problemas no fisco americano) na prova de abertura em St. Petersburgo.

Will Power, o atual número 1 da F-Indy.


Roger Penske gostou da atuação do australiano e garantiu o carro (o terceiro) para Power seguir a temporada. O australiano ganhou a fama na Indy de ter ótimos desempenhos em circuitos mistos e de deixar a desejar em circuitos ovais. De lá para cá muitas coisas aconteceram e neste ano, Power demostrou que sabe andar em circuitos ovais, garantindo assim pontos valiosos que o projetaram a lutar pelo título na última prova do campeonato.

“Você nunca acha que pode acontecer, até que aconteça. Não acredito que eu sou campeão, não acredito!”, disse o entusiasmado piloto.

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POLÊMICA DA SEMANA - NÃO FAZ O MENOR SENTIDO FELIPE MASSA FORA DA WILLIAMS EM 2018

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Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

GP COMPLETO

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GP MALÁSIA 2004

O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

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Autografada por Luiz Razia