sexta-feira, 2 de abril de 2010

AYRTON SENNA IN MÉMORIA

Oi meus amigos (as)!

O NASCIMENTO

O dia 21 de Março de 1960, na tradicional maternidade Pro Matre, na Bela Vista, região central da cidade de São Paulo, se tornou uma data muito especial, data esta na qual nascia um garoto com o nome de Ayrton Senna da Silva. Nos seus primeiros anos de vida, Ayrton não dava sinais de que se tornaria um fênomeno nas pistas, muito pelo contrário, segundo sua mãe, Dona Neide e a irmã mais velha, Viviane, ele era um garoto agitado, desastrado e que só vivia se machucando e levando batidas na cabeça, ao ponto de se formar galos.


A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA

Sua primeira experiência com carros de corridas, foi aos quatro ano de idade, onde andou de kart. Seu Milton, pai de Ayrton, não tinha pretensões de que ele se tornasse um piloto, "o brinquedo" foi construído para Senna extravassar seu modo agitado de ser. A construção levou seis meses para estar concluída, tinha motor de picadeira de cana e velocidade de até 60 quilômetros.Detalhe: o pai de Ayrton foi o construtor do kart.


O CAPACETE

Talvez poucas pessoas saibam mas as cores do capacete de Ayrton, não foram ideias suas.Foi algo obrigatória no final da década de 70, quando os organizadores do Mundial de Kart, determinaram que os pilotos usassem capacetes com com as cores das respectivas bandeiras nacionais. Verde, amarelo e azul, essas cores marcam o capacete do Senna. Antes dessa obrigatoriedade, o capacete do Senna era nas cores vermelho e branco.


O CASAMENTO COM LILIAN DE VASCONCELLOS

No final da década de 1980, Ayrton já disputava o Campeonato Inglês de Fórmula Ford 1600 e se sentindo muito sozinho, viu a necessidade de uma companhia. Foi então que numa das viagens de volta ao Brasil, "deu de cara" com uma loira super atraente, quando dava uns "róle" pela rua Augusta. Era Lilian de Vasconcellos. Durante o namoro Senna propôs casamento e Lilian aceitou.

O MITO

Nos tempos de F-1, Senna conquistou o mundo, uniu vários povos em um só único refrão: Senna, Senna. Ayrton representava a garra, a determinação, o desejo de sempre buscar mais e mais. Não se contentava em ser, ou, estar em segundo, para ele era o primeiro lugar ou nada. Se tinha deficiências em sua maneira de guiar, fazia o possível e o impossível para suprir a deficiência.


Correr estava em seu sangue, era sua vida e era o que sabia melhor de fazer. Automobilismo estava em primeiro lugar, buscava sempre a perfeição e não admitia erros. Se ganhava uma prova não espere que ele vá para casa, tomar uma ducha e relaxar. Não... não...não... Ele analisava a prova por completo queria saber detalhe por detalhe de tudo que aconteceu, era um perfeccionista.


O ESTILO

Seu estilo arrojado e incomodava algumas pessoas, fora muitas vezes tachado de irresponsável pelos seus concorrentes direto nas pistas. Mas para ele isso pouco importava, em sua consciência não fizera nada de mais e se os outros estavam se incomodando... problema deles. Assim Ayrton, foi construindo seu espaço dentro do mundo agressivo e as vezes incompreensível da Fórmula 1, onde sobreviver era uma regra básica.




SUA IMAGEM PERANTE AOS BRASILEIROS


Para nós telespectadores, principalmente, brasileiros, acordar às 08:00 horas de domingo para acompanhar a corrida durante duas horas de transmissão não era nenhum tipo de sacrifício. Não importava se durante a semana, trabalhava-se duro, não importava se tinha uma festa no sábado e tivesse chegado em casa às 05:00 h.

Assistir uma prova de F-1, era motivo para reunir os amigos, os familiares, comprar aquela cervejinha, fazer aquele tira-gosto, tudo era motivo de festa. E se Senna vencesse, aí meu amigo era aquela imensa alegria, onde muitas vezes a comemoração se estendia até tarde.Era um desfilar de bandeirinhas nos carros, nos ônibus, todos querendo demonstrar a satisfação em ver seu ídolo no lugar mais alto do pódio.


A marca registrada de Ayrton Senna era seu olhar penetrador, seu olhar de fera pronto para sair da jaula e ir em busca do prato principal : a vitória. E era isso que ele representava para nós brasileiros, ser vitorioso na vida e não se acomodar ou desistir dos obstáculos que a vida nos oferecer. Superar e buscar eis palavras que com certeza faziam parte do vocabulário do melhor piloto de todos os tempos, AYRTON SENNA DA SILVA


OBS (1): Em comemoração ao Cinquentenário do Ayrton, estamos promovendo algumas enquetes. Elas estão distribuídas ao longo do blog. Participem!!!


OBS: (2) Simulação de Ayrton Senna com 50 anos de idade.

FIQUEM NA PAZ, BOM FERIADO, E ATÉ O NOSSO PRÓXIMO PIT-STOP!!!

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Lewis Hamilton não precisava de um grande resultado para conquistar o quarto título mundial de Fórmula 1 de sua carreira. Porém, o inglês, que precisava apenas de um quinto lugar para definir o título, viu o Grande Prêmio do México, disputado neste domingo (29) virar um drama após ter um pneu furado e cair para a última posição. Sebastian Vettel, porém, não conseguiu brigar pela vitória, e o piloto da Mercedes conquistou o título com o nono lugar.


Fonte de pesquisa e reprodução: Racingonline


POLÊMICA DA SEMANA - COM CRESCENTE DE RED BULL E MCLAREN, FERRARI CAMINHA PARA "CRISE"

A Ferrari está “caminhando para uma crise” que tradicionalmente é “difícil de sair”.


Essa é a visão do ex-engenheiro da Ferrari, Toni Cuquerella, ao avaliar o recente fracasso de Sebastian Vettel em desafiar o título de 2017.


“A Ferrari foi muito mais competitiva do que nos anos anteriores”, escreveu o ‘El Paris’. “A Ferrari teve um carro melhor do que Mercedes em cinco dos 18 Grandes Prêmios”, acrescentou Cuquerella.


“Foi um bom ano e eles deveriam estar felizes. Mas, como sempre, na Ferrari, duas corridas com resultados ruins significam o início de uma crise.


“E a Mercedes soube se aproveitar muito bem disso”, disse ele.


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Fonte de pesquisa e reprodução: f1mania.com.br

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O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

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CARINHA DO BLOG (TRISTE)

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

DEDICATÓRIAS

DEDICATÓRIAS
Poster autografado (por Nelson Piquet) para o blogueiro Claudio Heliano

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Poster autografado (por Nigel Mansell) par ao blogueiro Claudio Heliano

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Autografada por Luiz Razia