sábado, 27 de março de 2010

O LEITE DE CAIXINHA

Olá meus amigos (as)!

Gente do céu, esse final de semana está muito acelerado mesmo, teremos várias provas em diversas categorias no automobilismo nacional e internacional. Vejam: F-1, F-Indy, Stock Car, Mini Challenge... ufa! Haja folêgo!

No dia 14/03, realizou-se com sucesso total a São Paulo Indy 300, nas ruas de São Paulo em circuito de rua. Como diz o amigo Téo José, que narra as provas da F-Truck e algumas da Indy foi "recheada de emoções". A começar pela largada que é em movimento, diferentemente de outras categorias, no retão do Sambódromo, o bicho pegou feio pelo lado de lá. No final dessa reta foi um festival de batidas daqueles alá filmes de muita ação, vários pilotos saíram prejudicados e tiveram comprometida suas provas.

Outros se beneficiaram com tanta lambança (risos). Helinho, Marco Andreeti,, Mario Morais foram os personagens da primeira batida da Indy 300. A batida mais seria de toda a prova foi justamente a do brasileiro Mario com o Norte Americano Marco Andretti, o carro do Mario foi parar sobre o do americano. Mario saiu do cocckpit, mas já o americano teve que aguardar pacientemente a retirada do outro carro sobre o dele. Mario alegou dificuldades em enchegar o que estava a sua frente "Tinha muita poeira, eu não consegui ver nada, e os carros estavam parando 500 metros na frente, onde já havia um acidente".

Após sete voltas de bandeira amarela a prova teve seu reinicio e o que vimos foi um show de ultrapassagens, num total de 95.O brasileiro Hélinho que corre pela Penske reconheceu o feito " Essa corrida teve mais ultrapassagem do que a temporada inteira do ano passado. Aconteceu de tudo. E tenho que dar o parabéns para o público. Aguentou chuva, viu bandeira amarela, bandeira vermelha e ficou até o fim apoiando todos os brasileiros". Também não precisar exagerar né Helinho!

A FORTE CHUVA PARALISOU A PROVA

Após 29 voltas de um total de 75 , a prova estava para lá de emocionante quando uma "senhora" do tempo chamada chuva desabou no circuito, os organizadores por medida de segurança resolveram dar bandeira vermelha até que a pista oferecesse segurança aos pilotos nesse período os carros se dirigiram aos boxes e ficam por lá até o reinicio. lembrando que de acordo com o regulamento não pode mexer no carros, pois, em determinados pontos estavam se formando verdadeiras "piscinas" o que fazia com que os carros aquaplanagem. A prova foi interrompida por 45 minutos. Faltando pouco menos que 20 minutos a troca de posições foram itensificadas. Bom para o público de 40 mil pessoas que lotaram as dependências do circuito.

Nos minutos finais a briga pela liderança estava pegando "fogo" vimos um bom duelo de Ryan Briscoe, da Penske, e Hunter-Reay que brigavam pela primeira colocação. Mas Briscoe não aguentou a pressão e acertou a proteção de pneus. No entanto, quem acabou se beneficiando foi Will Power, que ultrapassou Hunter-Reay e ficou com a liderança até receber a bandeirada final.

OS BRASILEIROS

O melhor brasileiro foi Mario Moraes, da equipe A.J.Foyt que subiu ao pódio na terceira colocação, após ter largado da 16º.Lembrando que foi esse mesmo Mario que colocaçãofraturou duas vértebras nas 500 Milhas de Indianápolis em 2009 e ficou afastado das pistas por 10 meses. Aliviado comentou a conquista "Chegamos em terceiro lugar, mas quem está em primeiro é o público, que aguentou a chuva. Tenho que comemorar".

Rafhael Matos da estreante Luczo Dragon em parceria com o brasileiro Gil de Ferran emplacou uma ótima quarta colocação, Helio foi 9º e Kannan 10º. A única representante feminina brasileira na Indy, Bia Figuereido finalizou em 13º, lembrando que ela só tinha patrocínio para correr uma prova.


Com esse resultado ela esperar conseguir o combustível financeiro para o restante da temporada "Terminar essa prova do jeito que terminei vai ajudar na renovação. Vamos ver se os empresários dão um jeito de eu continuar na temporada". A piloto brasileira foi a melhor representante feminina na prova.


E O LEITE???



Gente, acreditem, eu dei tanta risada com a cena "micosa" do pódio (risos). Primeiro o vencedor da prova Will Power foi muito do mal educado,pois,na hora que o diretor da Petrobrás biocombustíveis, Sr. Ricardo castelo Branco, entregou o trófeu da velocidade mais rápida da prova a autoridade estendeu a mão e o australiano não apertou e sim deu um cumprimento bem descolado de mão com mão, deixando o diretor sem graça, rsrsrsrs.... rsrsrsrs..... O australiano Power na hora de receber o trófeu de vencedor das mãos do Governador de São Paulo, Sr. José Serra, também não apertou a mão do governador. Os outros dois do pódio se comportaram perfeitament e seguiram todo um protocolo.



Como vocês sabem após uma pressão danada de todo um final de semana e de temperaturas elevadas dentro do cockpit e fora, o piloto quer mais é dar uma boa "golada" no Champanhe. Só que não houve a bebida, adivinhem o que trouxeram? Isso mesmo o tal do leite, rsrrsrs...rsrsrsr...O piloto vencedor não estava entendendo nada, e estranhou a cena, olhou para a caixinha, olhou de novo e deve ter pensado : Para que me deram essa p...? Então Vitor Meira dando uma de bom moço explicou para o Power, o australiano não acreditou e pensou que estava tirando uma "sarra" e jogou o leite na cara...rsrsrs...rsrsr... do brasileiro ...rsrsrs...rsrsrs. Depois de alguns segundos o Power deu uma golada no tal do leite!




Essa cena foi a mais hilária de todo o final de semana, entregar leite ao vencedor, é uma tradição nas 500 Milhas de Indianápolis, mas lá o leite não é industrializado, tão pouco,entregue na "caixinha". Essa moda com certeza não vai colar. Falando sério agora: Por quê não colocou o liquido numa vasilhinha de vidro? Somente para mostrar a marca do produto? Ficou bem "fuleiro mesmo". E ainda vão leiloar a "caixinha"! Olhem me deixe, viu!!!


Até o nosso próximo encontro!

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Por: Américo Teixeira Junior


Caso a lógica impere, qualquer discussão sobre o teammate de Lance Stroll em 2018 é inócua, pois não faz o menos sentido remover Felipe Massa da posição. Salvo uma imposição contundente do poder econômico, a evolução da Williams e do piloto canadense passam necessariamente pelas mãos do brasileiro vice-campeão mundial.


O fato de a equipe ter se reestruturado e investido em pessoal qualificado, revela estar em franco desenvolvimento um projeto para a equipe fundada por Frank Williams voltar a figurar entre as protagonistas da Fórmula 1, mesmo estando vulnerável à necessidade de recursos.


A presença de Stroll reflete essa vulnerabilidade, mas nem por isso deixou de ser uma aposta no futuro, pois é visível a evolução do piloto, que inegavelmente se destacou nas categorias de base. Sim, pois há um limite para o poder do dinheiro no automobilismo. Vagas, compram-se, mas moeda alguma se converte em qualidade e resultados.


Felipe Massa faz parte dessa engrenagem dentro das pistas, mas principalmente fora delas. Referência técnica e desportiva, é indispensável uma bagagem como a dele na hora de discutir procedimentos e soluções. Já Stroll está incapacitado de fazê-lo por estar ainda, por assim dizer, tentando descobrir para que lado vira a coisa.


É fato que o pai do canadense é sócio da Williams, dono de uma quantidade não revelada de ações. Estima-se que teria comprado 30% das ações pertencentes a Frank Williams. Independentemente de esse número ser correto, a verdade é que sua palavra tem peso, sendo lícito supor que advogue pela manutenção de um formato que tende a evoluir se a Williams for capaz de entregar um carro promissor em 2018.


Não se pode desconsiderar que os “Irma” da vida também sacodem a Fórmula 1 de tempos em tempos, mas em tempos de, quando muito, “tempestades tropicais”, Felipe Massa fica onde está.


Fonte de pesquisa e reprodução: diariomotorsport

VÍDEOS INTERESSANTES, EDIÇÃO Nº 25 - FABRICAÇÃO DE UM F-1

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O nosso quadro GP Completo, edição nº 7 traz o GP da Malásia de 2004 (segunda prova da temporada), já que estamos em um final de semana de corrida de F-1 (GP Malásia) e não por acaso, que escolhi a Malásia para esta edição.Um grid cheio com bastante carros e pilotos, interessante dizer que em 2004 tínhamos três pilotos brasileiros : Barrichello (Ferrari), Cristiano da Matta (Toyota), Felipe Massa (Sauber).

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


Mas a equipe teve que fazer um reparo no motor de arranque e por isso abriram um buraco no carro ao qual danificou uma das homologações, ferindo assim o regulamento. E daí a punição. lamentável!!!

DEDICATÓRIAS

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Poster autografado (por Nelson Piquet) para o blogueiro Claudio Heliano

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Autografada por Luiz Razia