segunda-feira, 9 de novembro de 2009

TRISTE FIM DO AUTÓDROMO DE JACAREPAGUÁ

Olá meus amigos (as)!

O Rio de Janeiro é eleita a cidade maravilhosa, vista e desejada por turistas nacionais e internacionais. Muito popular, é cantada por vários astros da música, e também é um prato cheio para os compositores. Pontos turísticos não faltam para visitações: Pão de Açucar, Corcovado, Cristo, Praia de Ipanema, entre outros. Meu cunhado (Nilson), já esteve por lá, neste ano e ficou encantado com a beleza natural e com o carioca, que é um povo caloroso e receptivo. Minha irmã (Clarice), minhas amigas, Nivea e Silvana, já pisaram os pés por lá também.


Recentemente ficamos sabendo que o Rio de Janeiro, foi escolhida para sediar as Olimpíadas de 2016, um grande mérito para o Brasil e toda a nossa grande massa de pessoas que rala muito para tirar o sustento de cada dia. Mas para que o país abrigue os jogos, será necessário passar por mudanças radicais para atender as exigências dos organizadores e uma delas me deixou triste: o Autódromo Internacional Nelson Piquet, mais conhecido, como autódromo de Jacarepaguá, será totalmente demolido!!!
Já vi muitos autódromos serem modificados, passarem por grandes reformas, para atender exigências de segurança dos organizadores como também para proporcionar conforto e comodidade para o público. Mas demolição de um património daqueles, um local onde se fez e ainda se faz histórias. Isso mesmo, meus amigos, se vocês quiserem conhecer o autódromo, terão que ir em busca de documentários, revistas e sites especializados.

O oval (único no Brasil), que faz parte da aréa e que abrigou provas da F-Indy, que se chamava na época de F-Cart, no período de 1996 até 2000, não escapará das terríveis máquinas e equipamentos de destruição de quaisquer obras (dinamites, tratores, britadeira, etc). Em 2006 uma parte do circuito foi destruída (setor norte) para os Jogos do Panamericanos de 2007. E com o sucesso que foi o evento, os líderes políticos, queriam mais. Sediar pela primeira vez uma Olimpíada (estava nos palanos), e para isso foi enviado ao COI (Comitê Olímpico Internacional), os seus projetos e entre eles estava a destruição de toda a aréa do autódromo.

Na aréa do autódromo, será construído o Centro Olímpico Nacional de Treinamento, onde abrigará as provas de basquete, judô, lutas, esgrima, handebol, hóquei e pólo aquático.
Este Centro será uma referência na América do Sul no que diz respeito ao treinamento de atletas de alto nível, disse o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, em entrevista durante a apresentação da candidatura do Rio de Janeiro a sede das Olimpíadas de 2016.
Confiram abaixo nota oficial emitida pela CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) a respeito da construção de um novo autódromo.


Documento assinado com Prefeitura garante autódromo de padrão internacional no Rio

29 de outubro – A movimentação cada vez maior em torno dos investimentos necessários para realizar os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro envolve o cumprimento de acordos assinados e homologados em juízo para garantir a prática segura e regular do automobilismo no estado fluminense e região.

Palco de etapas dos campeonatos mundiais de F-1, F-Indy e Motociclismo, o Autódromo de Jacarepaguá perdeu, em 2006, parte de sua área e do seu traçado clássico para a construção de arenas dedicadas a receber competições dos Jogos Panamericanos de 2007 em troca de uma reforma das instalações reminiscentes e a construção de uma variante, em conformidade com o projeto aprovado pela FIA, em condições de sediar provas de Fórmula 1. Apesar de concordada e garantida por acordo assinado entre o Município do Rio Janeiro, a CBA e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, e homologado em juízo, a obra não foi realizada.

Posteriormente o Ministério dos Esportes, o Município do Rio de Janeiro, o Comitê Olímpico Brasileiro e a CBA firmaram novo acordo, a ser submetido ao juízo que homologou o acordo anterior, estabelecendo que, acaso o Rio de Janeiro fosse escolhido como sede olímpica para 2016, a União e o Município disponibilizariam área, a ser aprovada pela CBA, para construção de autódromo (com projeto aprovado pela FIA) e kartódromo. Estas praças desportivas seriam feitos pelo entes públicos, que manteriam o Autódromo de Jacarepaguá em funcionamento até a inauguração do novo autódromo.

Eventos como os Grandes Prêmios do Brasil de F1 em 1978 e entre 1981 e 1989, etapas do Campeonato de F-Indy entre 1996 e 2000, e do Campeonato Mundial de Motociclismo entre 1995 e 2000 contribuíram sistematicamente para a arrecadação de impostos municipal, estadual e federal e a geração de milhares de empregos diretos e indiretos de forma constante e regular. Tal regularidade proporcionou benefícios palpáveis à indústria do turismo, uma das maiores fontes de emprego do Rio de Janeiro.

Ante a profusão de declarações confusas por parte de entidades e personalidades que em momento algum estiveram envolvidas em tais negociações, a Confederação Brasileira de Automobilismo reitera sua confiança nos contratos acima mencionados e segue trabalhando para que todos os brasileiros sejam beneficiados com a realização dos Jogos Olímpicos no País sem que outros setores da sociedade, que contribuem de forma constante e regular para essa mesma sociedade, sejam prejudicados por interesses passageiros.

Wagner Gonzalez
Assessor de Imprensa
Confederação Brasileira de Automobilismo


Será que dá para dormir com um barulho desses??? Agoram me digam: Quando é que vai ser iniciado as obras? Até lá pilotos, equipes e fãs estarão carentes do esporte a motor na capital. Espero que não seja "só" mais uma "dessas" promessas. No final de dezembro todas as atividades do autódromo estarão sepultadas. Enquanto no Rio se destrói um autódromo, aqui na Bahia, espera-se pela construção de "um". Ai,ai, viu!!!

2 comentários:

  1. Bom blog, já esta na minha lista de blogs.

    Grande Abraço!

    Kimi_Cris

    ResponderExcluir
  2. Valeu Demais Kimi cris pela presença.

    ATENCIOSAMENTE
    CLAUDIO HELIANO

    ResponderExcluir

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O número 13 parece não dá sorte mesmo, pois bem, foi o que aconteceu com o Oreca nº 13 da Rebellion Racing, pilotado por Nelsinho Piquet, Mathias Beche e David Heinemeier-Hansson, eles tinham conquistado o segundo lugar da classe LMP2 e o terceiro posto geral.


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